1h da madrugada.
Um brilho azulado me convida para uma visita até a janela antes de me deitar. E logo vejo um poste de luz com microscópicos pontos azuis se confundindo num frenético pisca-pisca.
Apoio-me no parapeito e mergulho numa densa escuridão sarapintada de luzes florescentes; como se as estrelas tivessem se cansado do céu, e viessem repousar nas residências mais próximas para ouvir o som incessante do oceano que
embalava aquela noite, qual, isolada. A neblina circundava a cena como uma barreira, que não deixava a vista chegar muito longe, nem nada muito perto; dela - e de mim.
Um brilho azulado me convida para uma visita até a janela antes de me deitar. E logo vejo um poste de luz com microscópicos pontos azuis se confundindo num frenético pisca-pisca.
Apoio-me no parapeito e mergulho numa densa escuridão sarapintada de luzes florescentes; como se as estrelas tivessem se cansado do céu, e viessem repousar nas residências mais próximas para ouvir o som incessante do oceano que
embalava aquela noite, qual, isolada. A neblina circundava a cena como uma barreira, que não deixava a vista chegar muito longe, nem nada muito perto; dela - e de mim.
é maravilhosamente e surpreendetemente surpreendente o dom que algumas pessoas têm de nos impressionar e de nos cativar... com palavras.
ResponderExcluirNem perto, nem longe, porém aqui. E dentro da sua vista - e da minha.
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