Você me acordava de manhã e eu saía falando qualquer coisa em português, até que eu percebia sua cara de what the fuck e eu sorry e nos matávamos de rir porque eu às vezes demorava pra me situar, pra acordar de um sonho pra outro, acordar praquele sonho ali com você, que dizia que queria ser meu alarm clock e você era um dos bons e eu acordava, e entāo saíamos pra tomar breakfast com bacon e ovos, ainda com uns restos de sorrisos no canto dos lábios.
que terno isso.
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que meclar-se ao outro é estar fundido em sua percepção de cultura, outra língua mesmo quando nossa lingua. e a gente sai falando essa mistura douda que é o eu com o alguém do lado nosso.
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