A cada golpe de vento, um tremor. E ele arranca de mim qualquer coisa que eu precisasse. Ando assim ultimamente: essa brisa soturna soprando em meu ouvido, murmurando uma palavra que não quero admitir; quatro letras que se tornaram parte da composição do meu ar. Agora é, indubitavelmente, ele que me respira.
Muito bonito. O blog todo, na verdade. Parabéns, cara.
ResponderExcluirMuito bom seu blog,de verdade,principalmente esse post.
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