sempre há ser. E sempre somos nó a ser desfiado e costurado num tecido novo, nos recriando com fragmentos também alheios a nós, que no fim formam um eu que aprendemos a reconhecer.adorei a desconstrução!
sempre há ser. E sempre somos nó a ser desfiado e costurado num tecido novo, nos recriando com fragmentos também alheios a nós, que no fim formam um eu que aprendemos a reconhecer.
ResponderExcluiradorei a desconstrução!